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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Me Contradisse
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Freio
Isto não o incomodava tinha domínio do caminho e suas brechas, uma estratégia perfeita para uma vida tão acelerada, tão urgente, tão rápida, rápida ao ponto de nem perceber as entradas e saídas dos anos.
Mas desta vez algo mudou neste caminho e suas brechas não funcionaram mais, ainda tentou resolver o problema que ele mesmo criou e pisou no freio como forma de solução, serviu apenas para diminuir os danos, mas a batida foi eminente, na colisão lançou a cabeça sobre o volante, o machucado abriu na hora, o carro que recebeu a colisão disparou a buzinar sem que nada que fosse feito mudasse aquela situação, seu carro com a frente destruída esfumaçava como se fosse uma locomotiva na sua mais alta funcionalidade.
Ao levantar a cabeça conseguiu ver, como havia muito tempo que não conseguia, ele não via o caos que o acusava, ele via o retrato da sua vida.
Encostou sua cabeça no banco do carro sentido o incômodo que a dor causava, e começou a pensar em quem ele era e em quem ele deixou transformar. De todos os abandonos e danos de uma vida prejudicada pelo esquecimento de viver. Refletiu que poucos finais de semanas não eram suficientes para fazer a vida valer, conseguia ver alem, dos imediatos resultados que o impulsionava a viver tão pouco, conseguiu recordar até de planos da sua adolescência e contraponto a toda aquela situação, ele riu!
Junto a todas as lembranças e conclusões que estava tendo, conseguia engrandecer o que o salvou, sussurrava para si "O Freio, funcionou... O Freio me salvou" Mas não era apenas o freio do carro, é o freio da vida!
sábado, 8 de janeiro de 2011
Roleta Russa da Vida

Como de costume no meu dia-a-dia, troquei o dia pela noite, imagina o quanto isto se intensificou estando eu de férias, no dia o marasmo e a noite gás todo para fazer milhões de coisas.
Pois bem um desses dias cheguei em casa e procurei algo passando na televisão. Ao passar por um canal especifico de filme estava passando um cujo nome era “Ao Vivo!” (traduzido para português), o nome me chamou a atenção usei a opção de mais informações e vi que sinopse era a história de um Reality Show onde os participantes faziam a roleta russa (colocar a arma na cabeça e disparar, onde tem apenas uma bala no pente) os que sobrevivessem ganhavam 5 milhões de dólares.
Comecei a assisti o filme na cena onde um homem estava com o revolver na cabeça e atira, por sorte a arma não disparou conseqüentemente ele ganhou 5 milhões de dólares, continuei assistindo o filme tive grandes surpresas ao decorrer dele.
Juro que o texto desta semana seria outro, mas o filme me fez pensar nas inúmeras roletas russas que temos nas nossas vidas, isto mesmo muitas vezes sinto que estou com uma arma apontada na minha cabeça e que qualquer momento pode ser que eu não tenha sorte da arma não esta carregada.
Decisões que tomamos podem ser irreversíveis, com um tiro na própria cabeça, quantas pessoas conheceram que concentraram toda a sua vida a fazer uma única coisa, caso mais comum são aquelas viciadas em trabalho, é reduzir todas as dimensões que uma pessoa (trabalho, estudo, amigos, família) em uma única coisa, os benefícios podem ser grandiosos como os 5 milhões de dólares, mas a idéia de reduzir dimensões me parece muito incomoda.
Para mim é mais valioso ter pequenas quantias de cada pedaçinho que eu possa viver meus amigos, minha família, meu trabalho do que ter grande valor em apenas uma única coisa. É necessário viver um equilibro sobre todas as coisas, para que não seja impossível viver para uma delas.
Imagina o quando deve ser ruim não saber mais conviver entre os amigos, ter uma vida social ou não estabelecer uma convivência amigável com a família.
Temo a famosa sensação de “Quantas coisas deixei para trás”. E apenas por um tiro na cabeça....segunda-feira, 31 de maio de 2010
Sob o banco da Praça..

é claro bolando qual seria a próxima loucura,
esta que saciava o coração errante dos aventureiros
mas de forma tão breve e rápida que logo estavam eles
no banco da praça novamente.
Sentado encima do encosto pela sensação de independência.
e neste banco nas nostálgicas recentes histórias das loucuras praticadas, eram postas.
Como um belo banquete de motivações, e outro plano arquitetado, data marcada faltando apenas por em pratica.
Uma vez realizado a próxima necessidade é o tal banco,
E assim vai passando os dias, anos a vida.
Nostalgia, arquitetura e pratica.
