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quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
A Liberdade
Ao gritar ela....
Ao vivê-la
Esta senhora que outrora, fez parte do lema de esperança de uma nova era.
Ela, a Igualdade e a Fraternidade
Ela que esta edificada como referencia em baias de potencias do mundo
Ela que esta no grito de nossa independência, a ela ou a morte.
A liberdade...
De ser....
Sentir...
De ver...
Aqueles que não podem viver a sua liberdade
E ter a liberdade de sentir o que quiser o ver esta situação.
A liberdade de escolher
E de pagar por esta escolha
A liberdade do medo de lutar
Ou de gritar....
Gritar de medo.....
Gritar de alegria
Gritar Gol........
A liberdade de sonhar
E de ficar frustrado por não ser realizado
Ou de ficar orgulhoso de ser realizado
A liberdade e não querer compartilhar
O fundo da panela de brigadeiro...
A liberdade de querer compartilhar
Abraços e Beijos...
A mim eu quero a liberdade de
Achar que tenho coragem de ser louco
De respeitar o limite da minha liberdade
Por aquilo que eu respeito e não por
Aquilo que devo respeitar
A liberdade de ficar só em momentos reflexivos
E de estar rodeado de um monte de gente em momentos de
Carência e alegria...
A mim eu quero que esta velha senhora
Pegue-me pelos braços e me ensina a ler
Como uma professora de primário.
A mim eu quero que a Liberdade sempre permita
Que eu me sinta livre para ser nada mais do que
Eu mesmo.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Talvez uma longa jornada
Minha semana começou dizendo “O Ser Humano podia ser feito de camadas, onde em cada uma destas camadas guardaríamos os nossos problemas, problemas no trabalho, problemas pessoais, problemas em relacionar com amigos e namorado (a)s”. Acho que seria mais fácil dividir estes problemas por que não ficaríamos misturados e não iríamos descarregar tensões de um determinado problema em um ambiente que não tem nada a ver com ele. Quantas vezes estressados do trabalho acabamos brigando em nossas casas, ou quantas vezes problemas em casa impedem de trabalharmos direito?
Pois é o problema da falta de camadas, quando chegamos ao limite chegamos ao limite de tudo. Mas por que deixamos sempre os problemas nos consumir até os nossos limites? Acredito que seria mais fácil tentar resolver os problemas quando eles estão separados, pequenos, leves de serem suportados. Mas a mania de aceitar a dor até que ela seja insuportável prevalece em nós, muitas vezes o resultados desta persistência em segurar problemas podem ter efeitos irrecuperáveis, e quando isto ocorre o que nos resta é aceitar esta perda. Mas somos seres que nascemos para acumular conquistas e não derrotas, e quando ocorre de perdemos muito é necessário fazer esta longa jornada para dentro de nós mesmos, se a alma esta enfraquecida não é possível resolver nenhum tipo de problema, temos que entender e lembrar quem somos para sabermos como resolvemos as coisas, acima de tudo respeite você sempre, afinal faz tanto tempo que convivemos com nós mesmos (desde quando nascemos) que seria injusto sermos desconhecidos para nós mesmos, mas isto é comum de acontecer.
Afinal quando o mudo esta desabando é preciso lembrar de que forma corremos e assim termos vantagens, afinal como não temos camadas se tivermos próximos de nós mesmos, vai parecer que tem duas pessoas para suportar o problema.Há tantas Urgências
Pois é as férias acabaram, iniciou-se na semana passada, voltei ao trabalho na empresa e nesta semana começou as reuniões pedagógicas da Escola Prof. Luiz Rosa preparando o ano letivo.
Bem a questão acima não vem tanto ao caso serve apenas para localizarmos onde eu estava quando surgiu o assunto desta semana.
Estava eu parado dentro do carro na Rua Senador Fonseca perto da Escola Prof. Luiz Rosa esperando o estacionamento abrir, quando observei que na Clinica de Doação de Sangue tinha uma faixa dizendo “PRECISA URGÊNTE DE DOADOR DE SANGUE” (presumo que seja por causa das tragédias das enchentes), uma faixa em destaque (por coincidência de cor vermelha), mas o que realmente me chamou a atenção foi à palavra Urgência, era impossível ignorar a gravidade da situação, subitamente pensei “Preciso vir doar sangue” e logo em seguida pensei “Nossa Quantas Urgência temos”.
Pois é, já parou para pensar quantas coisas urgentes existem?
Urgência para acabar com a fome do mundo, urgência para pegar o ônibus e não chegar atraso no trabalho, urgência de arrumar um emprego, urgência de perder peso, urgência de ser feliz. E uma urgência acaba impedindo de fazer a outra urgência, por exemplo lendo aquele cartaz falando sobre a urgência por doador, me senti comovido com a situação mas ao mesmo tempo pensei “Não posso vir doar durante a semana, para não perder o trabalho, vou ter que esperar até sábado.”
Conclusão em meio a tantas Urgências, o normal de nós é não fazer nenhuma delas.
De fato temos um monte de coisas para fazer, e com certeza muitas das nossas urgências são grandiosas demais para conseguirmos dimensionar o tempo que vai levar para conseguir concluí-las.
Mas não vamos terminá-las nunca, continuando a esquecer de dar os passos diários, afinal acho que em um sábado consigo resolver pelo menos aquela urgência que foi lida em um cartaz.sábado, 8 de janeiro de 2011
Roleta Russa da Vida

Como de costume no meu dia-a-dia, troquei o dia pela noite, imagina o quanto isto se intensificou estando eu de férias, no dia o marasmo e a noite gás todo para fazer milhões de coisas.
Pois bem um desses dias cheguei em casa e procurei algo passando na televisão. Ao passar por um canal especifico de filme estava passando um cujo nome era “Ao Vivo!” (traduzido para português), o nome me chamou a atenção usei a opção de mais informações e vi que sinopse era a história de um Reality Show onde os participantes faziam a roleta russa (colocar a arma na cabeça e disparar, onde tem apenas uma bala no pente) os que sobrevivessem ganhavam 5 milhões de dólares.
Comecei a assisti o filme na cena onde um homem estava com o revolver na cabeça e atira, por sorte a arma não disparou conseqüentemente ele ganhou 5 milhões de dólares, continuei assistindo o filme tive grandes surpresas ao decorrer dele.
Juro que o texto desta semana seria outro, mas o filme me fez pensar nas inúmeras roletas russas que temos nas nossas vidas, isto mesmo muitas vezes sinto que estou com uma arma apontada na minha cabeça e que qualquer momento pode ser que eu não tenha sorte da arma não esta carregada.
Decisões que tomamos podem ser irreversíveis, com um tiro na própria cabeça, quantas pessoas conheceram que concentraram toda a sua vida a fazer uma única coisa, caso mais comum são aquelas viciadas em trabalho, é reduzir todas as dimensões que uma pessoa (trabalho, estudo, amigos, família) em uma única coisa, os benefícios podem ser grandiosos como os 5 milhões de dólares, mas a idéia de reduzir dimensões me parece muito incomoda.
Para mim é mais valioso ter pequenas quantias de cada pedaçinho que eu possa viver meus amigos, minha família, meu trabalho do que ter grande valor em apenas uma única coisa. É necessário viver um equilibro sobre todas as coisas, para que não seja impossível viver para uma delas.
Imagina o quando deve ser ruim não saber mais conviver entre os amigos, ter uma vida social ou não estabelecer uma convivência amigável com a família.
Temo a famosa sensação de “Quantas coisas deixei para trás”. E apenas por um tiro na cabeça....terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O pouco que perdemos de nós..... a cada dia.

“Então é Natal o que você fez? O ano termina e começa outra vez...” Inevitavel não lembrar desta musica nesta época do ano (que conheço na voz da Simone, desde a minha formatura da 4º Ano do Fundamental), afinal estamos no Natal novamente, epoca que nos remete a milhares de pensamentos, presentes, festas, união, paz, amor, férias (para poucos privilegiados), etc... Mas o que não falta na mente de um bom adulto nesta época é “Que mais um ano acabou e Meu Deus como o tempo passa depressa”.
Lembro ainda dos Natais mágicos onde colocava meu xinelo numero 12 na janela para que o Papai Noel deixasse meu presente do lado de fora, como era mágico o Natal, repleto de luz e fantasias e totalmente desprovido da coompreensão dos problemas remetidos a vida de um adulto.
Mas se analisarmos friamente percebemos que o Natal de uma criança é magico por que grande parte da vida dela é magica, a intensidade esta presente no Natal, Pascoa, Dia das Crianças, Dia da Independencia, sexta-feira na escola, entre outros, outros e outros.
Por que quando somos crianças estamos protegidos por aqueles que gostamos, e livre de qualquer sensura de sair correndo pela rua imitando um avião em plena decolagem.
E como tido anteriormente ao passar deste tempo implacavel (que passa rápido demais), vamos perdendo um pouco de nós a cada dia, o xinelo deixa de ficar na janela e o avião não da mais decoladas. É natural o tempo vai passando e vamos tendo novas experiencias nas nossas vidas, experiencias construtivas causadas pelos nossos tropeços e experiencias saborosas causadas pelos momentos de festas e alegrias.
Mas ao perder um pouco da criança que já fomos, deixamos de acreditar no ponto mais importante de uma criança, o de que todos os dias são especiais, afinal nem tudo muda na vida de uma pessoa quando ela deixa de ser criança, continuamos tendo pessoas que nos protegem e digo mais aumentamos o numero destas pessoas, nossas familias, nossos amigos, nosso trabalho, todos estes estão preparados e dispostos a nos socorrer no momento de necessidades e incertezas, e a vida te enche de momentos e oportunidades para que você possa abrir os braços e sentir a sensação de decolar novamente, de voltar a ser criança. Basta lembrar de viver esta vida que foi feita para ser vivida, faça de momentos simples, momentos bons... abraçem, beijem, digam coisas importantes para pessoas desemportantes, cantem, dançem e para os menos avergonhados voltem a ser criança passem vergonha.
Este pouco de nós que perdemos a cada dia esta louco para ser lembrado, para ser vivido, e que tal você se presentear de forma tão generosa neste Natal, coloque seu xinelo na janela.
Afinal “O ano já acabou e Meu Deus como eu quero aproveitar meu próximo ano”.