A possibilidade de ficar estático é muito difícil, tudo muda, tudo move.
Os planetas, as plantas, a barba, o meu desejo de algo novo que se torna velho logo depois. Minha insatisfação pelo conforto, adquirido tempo atrás.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Adjetivo de Possíveis Realidades
Imaginamos que explorar seria facil
Partir do existente ao imaginavel
Porem é controverso
espantar os seus diabos
Do sempre que barrou seu heroi interno
Hoje mora longe no arido deserto
Do que não resgatarte virou apenas verso
Do que hoje fala, Dentro do seu eterno
Sonho de Explorar
Partir do existente ao imaginavel
Porem é controverso
espantar os seus diabos
Do sempre que barrou seu heroi interno
Hoje mora longe no arido deserto
Do que não resgatarte virou apenas verso
Do que hoje fala, Dentro do seu eterno
Sonho de Explorar
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Moela
Coçou a cabeça e pensou imediatamente "Vou ao açougue comprar um peça de carne", mas lembrou da sua falta de dinheiro, lembrou que sua renda vinha dos frangos e ovos vendidos e que do seu próprio produto ficava apenas com a Moela. Arrastou o prato protestando aquela refeição, a fome e a raiva o judiavam criando duvidas em sua cabeça.
Afinal ele não queria apenas aquilo que o sustentasse, ele queria sentir prazer ao transportar a comida até a boca, queria explorar todo o sabor que inúmeras iguarias poderiam retribuir para ele. Sustentar aquele momento era pouco, pouco e revoltante. Socou a mesa! Esbravejou de forma muda, ameaçou dar mais um soco, juntou o copo e tomou mais um gole de água.
Pegou o prato e voltou a comer, a fome havia vencido.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Adjetivo de Possíveis Realidades
Eu gosto de mulheres com batons sabor de fruta.
Pois ao beijo se sente o sabor da infância,
Batons sabor de fruta tem gosto de chiclete!!!
Pois ao beijo se sente o sabor da infância,
Batons sabor de fruta tem gosto de chiclete!!!
Adjetivo de Possíveis Realidades
Estou sentindo falta de outrora um Verão mal vivido
De cruzar as pernas e ler um belo livro
Diante da sacada Vendo Mar, sentindo a briza,
eu meu cigarro e meu vinho!!!
De cruzar as pernas e ler um belo livro
Diante da sacada Vendo Mar, sentindo a briza,
eu meu cigarro e meu vinho!!!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Adjetivo de Possíveis Realidades
Tudo custa!!! Custo abstrato, as vezes não é dinheiro é tempo, o custo do tempo de ter tempo para as coisas, tudo quer custo, Tudo quer troca!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Freio
Estava ele novamente correndo, desafiando todas as possibilidades de segurança, era a pressa, mas já foram tantas outras coisas que o feito correr.
Isto não o incomodava tinha domínio do caminho e suas brechas, uma estratégia perfeita para uma vida tão acelerada, tão urgente, tão rápida, rápida ao ponto de nem perceber as entradas e saídas dos anos.
Mas desta vez algo mudou neste caminho e suas brechas não funcionaram mais, ainda tentou resolver o problema que ele mesmo criou e pisou no freio como forma de solução, serviu apenas para diminuir os danos, mas a batida foi eminente, na colisão lançou a cabeça sobre o volante, o machucado abriu na hora, o carro que recebeu a colisão disparou a buzinar sem que nada que fosse feito mudasse aquela situação, seu carro com a frente destruída esfumaçava como se fosse uma locomotiva na sua mais alta funcionalidade.
Ao levantar a cabeça conseguiu ver, como havia muito tempo que não conseguia, ele não via o caos que o acusava, ele via o retrato da sua vida.
Encostou sua cabeça no banco do carro sentido o incômodo que a dor causava, e começou a pensar em quem ele era e em quem ele deixou transformar. De todos os abandonos e danos de uma vida prejudicada pelo esquecimento de viver. Refletiu que poucos finais de semanas não eram suficientes para fazer a vida valer, conseguia ver alem, dos imediatos resultados que o impulsionava a viver tão pouco, conseguiu recordar até de planos da sua adolescência e contraponto a toda aquela situação, ele riu!
Junto a todas as lembranças e conclusões que estava tendo, conseguia engrandecer o que o salvou, sussurrava para si "O Freio, funcionou... O Freio me salvou" Mas não era apenas o freio do carro, é o freio da vida!
Isto não o incomodava tinha domínio do caminho e suas brechas, uma estratégia perfeita para uma vida tão acelerada, tão urgente, tão rápida, rápida ao ponto de nem perceber as entradas e saídas dos anos.
Mas desta vez algo mudou neste caminho e suas brechas não funcionaram mais, ainda tentou resolver o problema que ele mesmo criou e pisou no freio como forma de solução, serviu apenas para diminuir os danos, mas a batida foi eminente, na colisão lançou a cabeça sobre o volante, o machucado abriu na hora, o carro que recebeu a colisão disparou a buzinar sem que nada que fosse feito mudasse aquela situação, seu carro com a frente destruída esfumaçava como se fosse uma locomotiva na sua mais alta funcionalidade.
Ao levantar a cabeça conseguiu ver, como havia muito tempo que não conseguia, ele não via o caos que o acusava, ele via o retrato da sua vida.
Encostou sua cabeça no banco do carro sentido o incômodo que a dor causava, e começou a pensar em quem ele era e em quem ele deixou transformar. De todos os abandonos e danos de uma vida prejudicada pelo esquecimento de viver. Refletiu que poucos finais de semanas não eram suficientes para fazer a vida valer, conseguia ver alem, dos imediatos resultados que o impulsionava a viver tão pouco, conseguiu recordar até de planos da sua adolescência e contraponto a toda aquela situação, ele riu!
Junto a todas as lembranças e conclusões que estava tendo, conseguia engrandecer o que o salvou, sussurrava para si "O Freio, funcionou... O Freio me salvou" Mas não era apenas o freio do carro, é o freio da vida!
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