Remôo, lembro dos meus defeitos.
Reescrevo as duvidas reedito as dividas e lamento os outros tempos não vividos.
Planejo outros tempos o de segunda-feira até o meu 50º aniversario vejo as impossibilidades dos sonhos de crianças. Articulo as disputas do mercado.
Às vezes bebo outras corro para perder as colorias que ganhei bebendo.
Aprendo lendo, vendo filósofos e receitas na TV. Ouço musica antes de dormir, agradeço a Deus. Abraço meu travesseiro
Às vezes saio com meus amigos e bebo, celebro o desfecho da divida que vou causar, dos outros finais de semanas que vou precisar ficar em casa por isto.
Cobro por ser escritor, compositor, analista de sistema, amigo, amante e filho. Da atenção que preciso ter a todos os instantes.
Olho para o teto do meu quarto, sonho acordado sou quem posso ser naquele instante, viajo para um local distante dentro do corpo deitado.
Às vezes me pego brincando outras cantando, sendo técnico de basquete e futebol, líder de banda outras me pego tentando chorar para aliviar o que nem eu sei ao claro o que é.
Às vezes acho que me falta tempo para novas conquistas para novos estudos para novos lugares e novos amores. Mas depois do que eu vi em um domingo a noite acho que a soma de mais tempo seria apenas para continuar fazendo o que eu faço com o tempo que o tempo me da.
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domingo, 18 de março de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Adjetivo de Possíveis Realidades
Tinha definido a idéia principal de sua tela, era para poemas!
E assim foi ele desenhando flores, escrevendo segredos melancólicos e trechos de musicas.
Desta forma fez o que deveria ter feito! Usado a tela para fazer o que quisesse.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Do artista ao inútil. Questões de pontos de vistas

Um tempo atrás fui a São Paulo para assistir uma peça baseada em uma das obras de Woody Allen (confesso que sou fã do diretor) a peça chamava Adultérios (mantendo o nome original) e contava a história de um escritor que tem um encontro marcado com sua amante (na ocasião para terminar com ela) em um cais e acaba conhecendo um morador de rua que alega que o ultimo livro do escritor é uma idéia roubada dele. (fiquem tranqüilos que estas informações estão na sinopse da peça). O interessante foi às conclusões tiradas da peça e das coisas que ocorreram até a peça.
Apesar de gostar muito do autor (Woody Allen) tinha meus preconceitos com o elenco da peça, nela participava atores famosos que atuam em novelas, séries e coisas do genero, tal fato gerava um incomodo por não ser ator especializado em teatros. Deste ponto iniciou as lições daquela noite: esteja aberto para aprender com o desconhecido! Muitas vezes guarda agradáveis surpresas, e naquele caso foi o que aconteceu, o tal “atorzinho de novelas” (assim que eu pensava) detonou na peça, foi fantástico do começo ao fim, com certeza coroou mais seu talento com um bom trabalho. Para mim restoram os famosos tapas na cara! E a lição não acabava por ai, por que da mesma forma que profissionais que não estão especificamente vinculados ao um tipo de trabalho (o caso de ator de televisão fazer teatro) pode sair tão bem quanto os específicos, assim também é com seus consumidores.
Imagina só se eu tinha certo “pré-conceito” com os atores de novelas, o que não pensava dos seus consumidores, digo expectadores? Naquela noite quando estava de pé aplaudindo a grandeza da peça, refleti sobre a grandeza de experimentar a troca de informações e conhecimentos entre tribos diferentes, o “NÃO JUGUEIS” nunca fora tão claro e didático para mim.
Mas como as lições da vida naquela noite resolveram fazer um curso intensivo comigo, havia muito mais para aprender.
Como comentei há pouco tempo a história acontecia entre o conflito de um escritor que esta sendo acusado por um morador de rua de ter roubado suas idéias para escrever seu livro e o dilema da separação com a sua amante. E desculpem se eu estou contando pequenos trechos da peça, mas outra lição que tive naquela noite surgiu quando o morador de rua foi abordado pelo escritor, sobre como ele poderia ter roubado a sua idéia. O morador respondeu sem hesitar, que o escritor havia escutado ele conversando com outro morador sobre a sua idéia para um livro.
Refleti sobre o saber, ou melhor, sobre o que classifica uma pessoa como sábia?! Não sei se muitos de vocês já tiveram a surpresa inoportuna de ser abordado por uma pessoa que subitamente seria classificada como louca, e que desembestadamente começou a contar sua história que por fim era extremamente interessante?! Pois bem eu já tive inúmeras experiências como esta, lembro-me que uma vez no trem indo para São Paulo que fiquei prestando atenção na aula de trigonometria que um senhor embriagado, o mais surpreendente é que ele ensinava corretamente.
Mas a questão que me levou refletir no momento da peça é que a vida destas pessoas (que podemos classificar como perdidas) proporcionou para elas histórias, experiências, lições, conhecimentos tão valiosos capazes de torna-se um Best-seller mundial e inegável que muitas vezes classificamos tais como inúteis.
E de repente o fator que difere um cidadão desenquadrado dos padrões sociais e um grande escritor é que um deles não esta na capa do livro publicado. Longe desmerecer os escritores, artistas, compositores, cientistas, trabalhadores entre outros, tais devem receber seus merecimentos todos os dias. O problema é que desmerecemos os ditos inúteis, e Ca entre nós, é um bocado complicado explicar trigonometria!
Adjetivo de Possíveis Realidades
Sempre me achei diferenciado por estar em um teatro assistindo....
e não por falta de humildade.... mas por medo do superficial....
Ai descobri que isto é maior falta de humildade
e não por falta de humildade.... mas por medo do superficial....
Ai descobri que isto é maior falta de humildade
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Adjetivo de Possíveis Realidades
O que me falta as vezes é a impulsão! Impulsão não para pular desfiladeiros, impulsão para sair da cama.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
O dia em que o sol brilhou
O dia em que o sol brilhou
As pessoas riram, o menino pulou
Pois haveria brincadeira de rua
Brincadeira de roda
O dia em que o sol brilhou
O motorista não enxergou,
Bateu na arvore e flores e folhas
Foram ao chão
O dia que o sol brilhou
O pássaro cantou a melodia da musica
Que a empregada colocou
O dia em que o sol brilhou
A ausência acabou,
Meu coração palpitou
Minha amada chegou
As pessoas riram, o menino pulou
Pois haveria brincadeira de rua
Brincadeira de roda
O dia em que o sol brilhou
O motorista não enxergou,
Bateu na arvore e flores e folhas
Foram ao chão
O dia que o sol brilhou
O pássaro cantou a melodia da musica
Que a empregada colocou
O dia em que o sol brilhou
A ausência acabou,
Meu coração palpitou
Minha amada chegou
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